O universo conspira, o 7 se faz presente.

Agora que eu já tenho em mãos as fotos mais perfeitas do mundo (thanks Jann) eu posso dar continuidade ao que eu já tinha começado aqui e aqui.

Cheguei no hotel maquiada, de roupão, segurando meu véu andando pra um lado e para o outro enquando a Jann tirava fotos do meu vestido, bouquet e meus sapatos (sim, eram dois). Aproveitei para dar um alô no facebook e no twitter(alguém esperava algo diferente de mim?). Até que a Jann falou ah acho que já seria a hora de colocar o seu vestido… Minha vovózinha linda, já tava pronta e foi pro quarto me ajudar e relembrar da época em que fazia vestidos de noivas :) Meu vestido era beeem justinho na parte de cima, eu super lembrava disso das provas e sabia que não tinha engordado, mas minha mãe começou a entrar em pânico achando que não ia fechar, pânico mesmo! Eu tava super calma e a Jann fofa máxima ajudou a subir o ziper. Começamos a tirar fotos e nessa hora, uma amiga da minha mãe (tia de consideração) que estava no hotel, olhou na janela e falou caramba tá sol! Pois é..lá estava eu tirando fotos do lado de fora, sem nenhuma gotinha de chuva como eu sempre tinha imaginado. Saimos do hotel e quando olhei tinha um fusca amarelo estacionado ao lado, só me esperando para fotográfar….

Tive um mini surto, aproveitei o presente e depois seguimos para o bondinho. Descemos no Largo dos Neves e todo mundo parou para olhar e tirar foto. As pessoas perguntavam se eram algum editorial e meu irmão respondia: Nãooo, ela tá indo casar daqui a pouco! Perguntavam aonde estava o  noivo e eu falava: bom espero que ele esteja na casa. O largo estava lotado, tinha até alguns policiais do Bope.(lembram da minha crise em relacação a segurança? Pois é Santa Teresa era naquele dia o lugar mais seguro do Rio de Janeiro).

Não demorou muito para passarum bondinho cheio de gente. Nos posicionamos e de repente quando eu olho está vindo m outro… o bondinho número: 7! Tive outro mini surto, e claro que fui tirar foto com ele.Realmente o dia do casamento é mágico e o universo conspira. E com o 7 se manifestando, tudo seria perfeito eu tinha certeza! Quando alguém diz que também ama o número 7 eu penso: ok, mas o 7 me ama também. É diferente.

Nem cogitei que o condutor não deixasse a gente fazer a foto, afinal quem tem coragem de dizer não para uma pessoa vestida de noiva? Fotografamos sob olhar de todos os curiosos, que também sacavam suas máquinas pra registrar.

 

 

e a mantilha na poça, pode?

Missão cumprida, era hora de seguir para a Casa de Santa Teresa. Mas antes passamos no hotel Altos de Santa Teresa para pegarmos a Adelaide, o fusca vintage lindo de um de nossos padrinhos.

Mais fotitos: