Mudando de nome.

Eu nunca tive dúvidas que queria ter o sobrenome do meu marido no meu nome depois que eu casasse. Acho que família tem que carregar o mesmo nome, sabe? Mesmo quando eu, pessoa que já possuia 3 sobrenomes, descobri que eu não podia tirar nenhum (yeap, that’s right) eu permaneci firme na minha decisão. Depois do casamento eu relaxei beeeeem, não postei no blog, não escolhi as fotos do álbum, deixei de lado a dieta e não corri atrás de renovar meus documentos. E agora resolvi fazer tudo de uma vez (bem-vindos a minha personalidade geminiana). Voltei pro blog, emagreci 6 quilos, repiquei o cabelo de “Maria-Madalena-Arrependida” e tô correndo atrás dos meus documentos.(As fotos do álbum ainda não, :( ) O Passaporte foi o primeiro (porque ningúem quer deixar de viajar, né?) e quase levei um susto quando o mocinho mau-humorado da Polícia Federal perguntou segurando minha certidão de casamento: Tá, mas cadê o documento com foto com o seu nome novo? Fiz cara de pobre coitada dizendo que ainda não tinha, e ele “aliviou” porque 7 meses não era tanto tempo assim(Mas segundo ele o máximo era 6). Essa semana busquei minha identidade nova, fiquei tão feliz… Não só porque finalmente eu estava resolvendo as coisas, mas porque minha identidade antiga, feita nos meus 17 tinha uma foto medonha, e essa tá bem mais digna, rs. Só faltava então cpf, carteira de motorista, título de eleitor e alterar meus dados nos bancos. Hoje eu resolvi o CPF. É o mais fácil de todos, é só ir nos Correios, pagar uma taxa de R$ 5,00 e pronto. Você imprimi o comprovante no site da Receita, platifica e resolvido (não existe mais o cartãozinho azul). A carteira de motorista vou mudar quando ela vencer, porque né? E o banco só vai rolar nas minhas férias, porque tenho duas contas no mesmo banco em 2 agências diferentes, cada uma em um extremo da cidade, mas nenhuma delas é perto do Afeganistão (Cidade Nova) local onde eu trabalho. Próximo passo: título de eleitor. Tem que querer muito ter o nome da família, eim!

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